Laboratório Vivo reuniu professores de escolas da Metropolitana B

De um lado, garrafa pet, água e outros materiais simulam o lançamento de um foguete espacial. Do outro, a garrafa pet, juntamente com uma tampa de caneta esferográfica e uma massa de modelar, é usada para demonstrar o funcionamento de um submarino. Essas experiências, que ajudam a explicar conceitos físicos como quantidade de movimento, impulso e os princípios de Pascal e Arquimedes, foram compartilhadas por professores no “I Encontro do Projeto Laboratório Vivo”, que aconteceu dia 22 de fevereiro, no Campus Gameleira, em BH. “Foi um momento de aprendizado bastante fértil e interessante. Além dos experimentos, discutimos sobre filosofia de ensino e maneiras de tornar a sala de aula um ambiente agradável e atrativo para o aluno”, relata Adriana Araújo, professora de Química do Ensino Médio, na Escola Estadual Doutor Paulo Diniz Chagas.

Realizado pela Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Educadores, da Secretaria de Estado de Educação (SEE), a iniciativa contou com a participação de 50 professores de diferentes áreas das escolas da Superintendência Regional de Ensino Metropolitana B. “Esses encontros são importantes para os professores perceberem que não estão sozinhos e que podem encontrar alternativas para as dificuldades que, possivelmente, enfrentam em sala de aula”, completa Adriana.

Professores da metropolitana B participam do projeto Laboratório Vivo. Foto: Reinaldo Soares ACS/SEE

Além de procedimentos experimentais direcionados para o ensino de Física, o projeto também apresentou práticas ligadas à Biologia, Química e Matemática. “No encontro, buscamos construir objetos de conhecimentos para fortalecer o ensino em sala e para os participantes aprimorarem o seu fazer profissional. Além disso, mapeamos as estratégias e demandas das escolas em que atuam”, afirma Kleber Gesteira, assessor da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Educadores da SEE.

Nesta sexta-feira, 03 de março, às 14 horas, os professores de Química que participaram do Laboratório Vivo se reunirão, na Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Educadores, para avaliarem as propostas apresentadas. “Eles irão construir os roteiros didáticos, discutir os materiais necessários para as aulas práticas, mapear escolas da região que têm recursos para aulas laboratoriais, entre outras atividades”, explica Kleber Gesteira. Os dois outros encontros, cujas datas não foram definidas, serão com os educadores de Biologia e Física/Matemática.

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