Dos 50 trabalhos selecionados, 24 são de alunos de escolas da rede estadual de ensino

Já está disponível para consulta o resultado da seleção dos trabalhos que irão participar da 17ª UFMG Jovem. Foram selecionados 50 trabalhos, sendo 15 na categoria Ensino Fundamental e 35 na categoria Ensino Médio. Do total de trabalhos selecionados, 24 são de alunos da rede estadual de ensino. Este ano, a Feira será realizada entre os dias 15 e 17 de setembro, no campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A UFMG Jovem tem o objetivo de promover o intercâmbio de trabalhos técnico-científicos, culturais e sociais entre diferentes instituições educacionais de todo o Estado. Os trabalhos que se destacarem, além de serem premiados, também serão indicados para participar de feiras nacionais em 2018.

A UFMG Jovem reúne alunos de diversas escolas de Minas Gerais. Foto: Arquivo UFMG Jovem.

Em sua 17ª edição, a UFMG Jovem assume tema triplo: leguminosas, camelídeos e entendimento global. A inspiração vem da escolha de 2016, pela ONU e pela Unesco, como o ano internacional das leguminosas e o ano internacional dos camelídeos. Além disso, o ano também foi declarado como o ano internacional do entendimento global, o que também foi agregado à temática.

Confira aqui a lista dos trabalhos selecionados

Apresentações artísticas

Grupos artísticos de duas escolas da rede estadual de ensino mineira foram selecionados para participar da “17ª Feira de Ciências UFMG Jovem”. As escolas estaduais General Carneiro, de Sabará, e João Rodrigues da Silva, de Prudente de Morais, participaram de uma Chamada de Propostas e foram escolhidas para se apresentarem na Feira.

A Escola Estadual João Rodrigues da Silva vai fazer uma apresentação musical durante a Feira. O grupo composto por cinco alunos já se apresentou na edição de 2015 da Mostra e este ano terá uma hora para apresentar um repertório voltado para a juventude. Já a Escola Estadual General Carneiro irá apresentar uma peça teatral na qual os estudantes irão relatar os problemas ambientais atuais e a falta de infraestrutura, o que torna o ambiente propicio a seres transmissores de doenças como o Aedes aegypti.

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