Alunos que mais leram durante o segundo semestre receberam medalhas de bronze, prata e ouro

O projeto “Ler é Viver” encerrou neste mês de dezembro a premiação dos estudantes que mais leram durante o segundo semestre de 2015. Os alunos foram premiados com medalhas de ouro, prata e bronze. O “Ler é Viver” visa incentivar a prática da leitura entre os estudantes do ensino fundamental da rede pública. Este ano, 16 escolas estaduais participaram da iniciativa.

Na Escola Estadual Mario Casassanta, em Belo Horizonte, a estudante do 5º ano do ensino fundamental, Gabriella Vitória Pires de Oliveira, foi umas das que conquistaram medalha de ouro na iniciativa. Ela leu todos os 50 livros da caixa. “É muito bom ler e conhecer histórias. Quando estou lendo passa um filme na minha cabeça”, conta.

Essa foi a primeira medalha de Gabriella e simboliza um incentivo para ela ler mais. “A leitura me faz escrever melhor e essa medalha me dá mais vontade de ler”, conclui a estudante.

Professora de Língua Portuguesa, Eliane Maria Justo Nascimento, utiliza os livros do “Ler é Viver” quando os estudantes terminam as atividades em sala de aula. “Eu espalho os livros para que eles possam escolher e, à medida que vão terminando as atividades, pegam um para ler”, afirma.

Após a leitura, os estudantes são estimulados a fazer o reconto do texto. “Peço que eles façam o reconto no caderno. Em uma ficha literária, eles escrevem o nome do livro e os principais itens observados. Por fim, é feito um reconto oral”, destaca a professora do 5º ano do ensino fundamental.

Premiação

A premiação é feita por categorias: aqueles que tiverem bom rendimento de leitura e interpretação de 8 a 24 livros são classificados na categoria bronze. Os que tiverem rendimento de 25 a 39 livros, na categoria prata. E aqueles que atingirem a marca de 40 a 50 livros lidos, recebem classificação ouro. E ainda as crianças que lerem e interpretarem os 50 livros recebem uma medalha de campeão de leitura.

Projeto ‘Ler é Viver’

Além das escolas estaduais de Belo Horizonte, a iniciativa também é desenvolvida em escolas municipais de Congonhas, Itabirito, Conselheiro Lafaiete, Moeda e Ouro Preto. O projeto é uma iniciativa do Instituto Gil Nogueira. 

 

Foto de capa: Divulgação Instituto Gil Nogueira 

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