Iniciativa acontece de 6 a 8 de outubro


A cidade de Mariana sedia a partir desta terça-feira (06) a 1ª Semana de Ações Inclusivas, que traz atividades que visam aprimorar as ações pedagógicas para nortear o trabalho da educação inclusiva na região. A iniciativa, que acontece no Centro de Convenções de Mariana, é da Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE MG), da Superintendência de Ensino de Ouro Preto (SRE Ouro Preto) e o Serviço de Apoio à Inclusão (SAI).

Até 8 de outubro serão apresentadas palestras, workshop e oficinas destinados a professores das redes estadual, municipal e particular, profissionais das Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e especialistas em educação básica. Participam também a promotoria da Comarca de Mariana a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Hemominas e os municípios de Acaiaca, Diogo de Vasconcelos, Itabirito, Mariana e Ouro Preto.

Seminário traz atividades que visam aprimorar as ações pedagógicas para nortear o trabalho da educação inclusiva na região. Foto: Crovymara Batalha

“A criação de serviços de apoio à inclusão significa um avanço na educação em Minas, nos oferece clareza na promoção do aluno, garantindo o aprendizado e seu desenvolvimento social e cognitivo, ao mesmo tempo em que fortalece as ações pedagógicas nas escolas”, reconhece Crovymara Elias Batalha, diretora da SRE Ouro Preto.

Para a diretora da Escola Estadual Marilia de Dirceu, em Ouro Preto, as oficinas “têm um importante significado na atualização e melhor preparo para quem já adota a política de inclusão”. A escola possui uma sala de recursos com equipamentos para o acompanhamento individualizado de cada caso e atende também a alunos de outras escolas municipais e estaduais.

Ana Regina de Carvalho, da diretoria de Educação Especial da SEE, que fará uma palestra nesta terça (06) sobre a importância do Plano de Desenvolvimento Individualizado (PDI), ressalta o crescimento do acolhimento: “hoje 65% das matrículas são em escolas inclusivas. Nosso desafio não é mais sensibilizar os educadores para recebê-los, mas melhorar as condições de atendimento. Quanto mais cedo o acolhimento a essas crianças acontecer, maiores são as chances de desenvolver suas potencialidades mais próximas da normalidade”, ressalta Ana Regina.

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