Secretária Macaé Evaristo homenageia ativista em projeto da Fundação Banco do Brasil

A Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Social, Fundação Banco do Brasil,  Brasilcap e Rede de  Desenvolvimento Humano (Redeh),  lançou ontem (14/09), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Projeto  “Memória Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história”. 

Dulce Pereira é professora da Universidade Federal de Ouro Preto e foi uma das amigas pessoais de Lélia Gonzalez. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

O projeto conta com uma publicação sobre a história de Lélia Gonzalez e uma exposição itinerante. Participaram do lançamento a secretária de Estado de Educação, Macaé Evaristo; o secretário de Estado de Direitos Humanos, Nilmário Miranda; o presidente da Fundação Banco do Brasil, José Caetano de Andrade Minchillo; a coordenadora executiva da Redeh, Schuma Schumaher, e o secretário estadual de Cultura, Ângelo Osvaldo de Araújo, dentre outras autoridades e representantes do movimento negro.

Secretária Macaé Evaristo e a escritora Conceição Evaristo. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

Do tributo à Lélia Gonzalez, participaram o economista Rubens Rufino, filho de Lélia; Dulce Pereira, feminista, ambientalista negra e professora da Universidade Federal de Ouro Preto; Cleide Hilda de Lima Souza, subsecretária estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Marcos Antônio Cardoso, militante do movimento negro, filósofo e mestre em História, e Áurea Carolina de Freitas e Silva, integrante do Fórum da Juventude de BH. 

Cleide Hilda de Lima Souza é subsecretária de Igualdade Racial. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

A secretária Macaé Evaristo ressaltou o importante papel de Lélia Gonzalez para o feminismo negro e destacou que o material produzido pela Fundação Banco do Brasil será incorporado ao acervo das escolas estaduais de Minas Gerais. Macaé também homenageou Azoilda Loretto da Trindade, doutora em comunicação e cultura, mestre em educação e ativista do movimento negro, que faleceu nesta semana.

Áurea Carolina de Freitas é integrante do Fórum das Juventudes da Grande BH. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

Lélia Gonzalez

Mineira de Belo Horizonte, historiadora, antropóloga, filósofa, autora de livros e diversos artigos, Lélia Gonzalez (1935 - 1994) foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Educadora, ativista e intelectual de destaque, seu pensamento contribuiu para a formação de uma consciência crítica em relação aos preconceitos que mantêm mulheres negras em desvantagem na sociedade.

Rubens Rufino é economista e filho de Lélia Gonzalez. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

A exposição itinerante “Lélia Gonzalez: O feminismo negro no palco da história” permanece até o dia 20 de setembro  no CBBB. São 16 painéis que estão expostos ao público de forma gratuita. 

Marcos Antônio Cardoso é militante do Movimento Negro, filósofo e Mestre em História.  Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

 


Projeto Memória - realizado pela Fundação Banco do Brasil desde 1997, visa difundir a obra de personalidades que contribuíram significativamente para transformação social, formação da identidade brasileira e desenvolvimento do país.

Shuma Shumaher é coordenadora da Rede de Desenvolvimento Humano. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

 José Caetano de Andrade Minchello é presidente da Fundação do Banco do Brasil. Crédito: Verônica Manevy /Imprensa MG

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