Agenda conta com palestras e oficinas que também são voltadas aos agricultores familiares
Identificar os desafios e estimular os avanços da alimentação escolar no Estado. Com esta ideia, diretores de 75 escolas estaduais de Belo Horizonte e região metropolitana participam do “Seminário Segurança Alimentar: Vida e Cidadania”, nesta sexta-feira (21). Durante todo o dia, os gestores educacionais, além de agricultores familiares participam de palestras e oficinas que destacam o papel do Conselho de Alimentação Escolar (CAE).
“O nosso maior objetivo é fortalecer o CAE junto às escolas de Belo Horizonte e região. Também queremos reduzir os entraves para na aquisição dos produtos agrícolas para as escolas da rede estadual. Além de palestras, os diretores e agricultores familiares participarão de oficinas”, explica a secretária executiva do Conselho de Alimentação Escolar de Minas Gerais, Maria Izabel Lopes da Silveira.
As palestras retratam temas como o panorama da agricultura familiar em Minas Gerais e a apresentação da Resolução nº 26, que estabelece as normas para a execução técnica, administrativa e financeira para o Programa Nacional de Alimentação Escolar.
O Conselho de Alimentação Escolar de Minas Gerais tem a função de fiscalizar e assessorar, permanentemente, o destino dos recursos para alimentação escolar. O conselho é composto por representantes da Secretaria de Estado de Educação, do Conselho Regional de Nutricionistas, do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, pais e alunos. O Conselho também garante a adequada realização do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) de merenda escolar
Alimentação nas escolas
Em Minas Gerais, o cardápio de alimentação escolar é produzido por uma equipe de nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação. Durante as visitas, as escolas preenchem um checklist onde informam itens referentes à oferta de alimentação, às condições higiênicas sanitárias, à utilização de uniformes, ao modo de preparação dos alimentos e à avaliação do cardápio.
A infraestrutura também é outro ponto de observação durante as visitas técnicas. Espaços como a cozinha, o refeitório e a despensa são avaliados sob o ponto de visita da condição de funcionamento.