220 servidores atuam no novo espaço, um prédio alugado pela Secretaria de Estado de Educação

Na manhã desta sexta-feira (20/12), a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, foi pela primeira vez à nova sede da Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana C. A equipe ocupa o prédio desde maio, quando saiu da Avenida Portugal, na região da Pampulha, e foi para esse prédio, alugado pela Secretaria de Estado de Educação, localizado na Avenida Antônio Abrahão Caram, na mesma região. Além da secretária, a secretária adjunta, Sueli Pires, e as diretoras das SREs Metropolitana A e Metropolitana B, Elci Pimenta Costa Santos e Maria de Lourdes Rodrigues Fassy, respectivamente, também estiveram na sede da regional.

Segundo a secretária Ana Lúcia Gazzola, essa mudança era necessária para que o trabalho da regional fosse feito de forma adequada. “A SRE Metropolitana C, que tem feito um trabalho maravilhoso, precisava de um espaço adequado. E nós conseguimos alugar um prédio da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), que está realmente excelente, e com isso a metropolitana c está muito bem instalada.”

Na visita, a secretária de Estado de Educação conversou com os servidores da sede da regional. Foto: Lígia Souza ACS/SEE

A diretora da SRE, Desirée Renée Emmels de Souza, assumiu a diretoria no ano passado e afirma que então percebeu a necessidade de um novo espaço. “Eu me reuni com os profissionais e diretores de setores e elas falaram que o maior problema era o espaço físico da nossa antiga sede. Tínhamos somente um banheiro; quando chovia, alguns setores eram alagados; quando fazia calor era insuportável. Então pedimos ajuda à secretária. Verificando nossa necessidade, ela nos atendeu e nos proporcionou essas instalações que são excelentes”.

No novo espaço, um prédio de quatro andares, atuam 220 servidores. Na jurisdição da regional, há 168 escolas em 12 municípios.

Investimentos no setor administrativo

A secretária Ana Lúcia Gazzola ressaltou que 2013 foi um ano com investimentos nas Superintendências Regionais de Ensino. “Reformamos prédios, compramos terrenos, alugamos prédios onde não havia a possibilidade de construir ou reformar e, além disso, fizemos uma valorização da estrutura de gestão das Superintendências. Adicionalmente, nós melhoramos os mobiliários, os equipamentos, tanto computadores quanto outros equipamentos, compramos o kit de videoconferência para todas as regionais, compramos carros e caminhonetes. Foi um esforço geral de melhorar as Superintendência Regionais de Ensino”, diz.

O trabalho nesse sentido continua. Em Belo Horizonte, por exemplo, além da SRE Metropolitana C, a Metropolitana A passará por uma reforma e a B funciona em um prédio alugado enquanto outro, do Estado, que será a sede definitiva da regional, é reformado.

“É um movimento em todo o Estado e nós estamos avançando muito. É muito importante que as escolas estejam bem, mas também que os órgãos de administração tenham condições adequadas, não só para os servidores que atuam nesses órgãos, como para uma boa prestação de serviço à comunidade das escolas e à comunidade em geral”, diz a Secretária.

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