Cerimônia de lançamento aconteceu no auditório do BDMG. Foto: Franciele Xavier (SEE/MG)

O secretário de Estado de Educação de Minas Gerais, Wieland Silberschneider, participou, nesta terça-feira (27), do lançamento do livro “Fóruns Regionais – Minas Gerais mais democrática e mais participativa”, que relata a experiência de um modelo de gestão que inclui a população no processo de planejamento de ações governamentais, monitoramento e avaliação de políticas públicas, de forma regionalizada.

A cerimônia de lançamento, que aconteceu no auditório do Bando de Desenvolvimento de Minas Gerais, foi organizada pela Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais (Seedif) e contou, também, com a presença do governador do Estado de Minas Gerais, Fernando Pimentel. “ Os Fóruns Regionais formam uma das iniciativas mais positivas do governo, das quais podemos realmente colher resultados, e ver que os esforços realizados desde 2016foram bem sucedidos. Nós, de fato, conseguimos inverter a lógica do governo estadual de Minas Gerais: trazer para dentro do governo a participação popular e o conceito de regionalização. E agora todo o empenho está celebrado e imortalizado neste livro”, declarou o governador.

A publicação – que retrata a trajetória dos Fóruns desde a instalação, o impacto nos 17 Territórios de Desenvolvimento e a mobilização da sociedade civil, prefeitos, vereadores e lideranças regionais durante os encontros – conta, também, com um artigo do secretário de Educação Wieland, intitulado “Fóruns Regionais de Governo: O desafio de institucionalização de um novo modo de ação governamental”.

“Os Fóruns Regionais tiveram a beleza de executar as manobras necessárias, em um cenário de crises política e orçamentária-financeira, para chegar onde estamos, com mais de 12 mil atendidas e a publicação de um livro que reúne essas experiências e celebra o sucesso de uma tremenda empreitada desta gestão. A experiência dos Fóruns Regionais nos inspira a continuar a luta, o diálogo, o corpo a corpo, a busca pelo consenso e a compartilhar, com transparência, aquilo que vemos na realidade e que pretendemos alterar, para que os nossos interlocutores compreendam, aceitem e reescrevam a história conosco”, afirmou o secretário de Educação.

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