Três escolas participam da última fase da competição que será realizada entre os dias 20 e 24, no Rio de Janeiro

Localizada no município de Barão de Cocais, a Escola Estadual Odilon Behrens inicia o semestre letivo com o pé direito. A escola está entre as três finalistas da “I Olimpíada Brasileira de Cartografia”. A competição, que busca incentivar alunos e professores do Ensino Médio a aprofundar os conhecimentos na ciência que estuda representações espaciais, realizará sua última etapa na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, no período de 20 a 24 de agosto.

A equipe que representa a escola mineira é coordenada pela professora de Geografia, Cristina Maria Soares, e pelos alunos Rafael Pena, Dayane Ponciano, Ítalo Dias e Larissa Onilis. “Realmente, a gente não esperava chegar tão longe. Foi aberta ao Brasil todo e participaram escolas públicas e privadas. Entramos para participar, ver como era e observamos que é uma competição muito interessante, pois, apesar da cartografia ser trabalhada em Geografia, tem muito de Matemática e Física. Deu para trabalhar de forma transdisciplinar, com a participação de outros professores”, explica a professora Cristiane.

A equipe que representa a escola mineira é coordenada pela professora de Geografia, Cristina Maria Soares, e pelos alunos Rafael Pena, Dayane Ponciano, Ítalo Dias e Larissa Onilis. Foto: Arquivo da Escola

O concurso foi dividido em três etapas eliminatórias e classificatórias. Na primeira delas, os alunos fizeram uma prova de conhecimentos cartográficos que envolveram questões relacionadas a Geografia, Matemática e Conhecimentos Gerais. As 200 equipes com a maior nota na primeira prova foram classificadas para a segunda etapa, que consistiu na elaboração de um instrumento de medição e de um mapa usando os conhecimentos cartográficos. Três equipes foram selecionadas para a final.

Além da instituição mineira, uma escola da cidade de Presidente Médice (Rondônia) e uma de Florianópolis (Santa Catarina) se classificaram para a última fase. Nesta etapa, os alunos realizarão um conjunto de atividades teóricas e práticas, inclusive uma corrida de orientação. As equipes ainda participarão de um minicurso na Universidade Federal Fluminense (UFF).

A olimpíada é financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).