Proposta leva em consideração o sujeito, seus territórios e uma ação articulada

Construir uma política de educação integral de forma articulada e intersetorial. Nesta perspectiva, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) coordena o ‘Grupo de Trabalho Educação Integral e Intersetorialidade’ que nesta terça-feira (21/07) deu continuidade a sua agenda de trabalhos com representantes de vários setores do governo, da Fundação Itaú Social e do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A reunião foi realizada na Cidade Administrativa. 

Política para educação integral em Minas Gerais será construída de forma intersetorial. Crédito: Hudson Menezes ACS/SEE

Sobre as atribuições do grupo intersetorial, a secretária de Estado de Educação, Macaé Evaristo, destacou algumas frentes de trabalho. “Saímos com quatro ações importantes definidas. Vamos ter um grupo que vai tratar especificamente de educação e trabalho, que articula diferentes secretarias para a gente pensar a oferta de educação profissional, mas também como poderemos avançar em uma agenda de aprendizagem. Um grupo para trabalhar a questão de formação dos atores que fazem parte da educação integral. Outros dois grupos vão trabalhar com a educação e as comunidades tradicionais e com a sistematização dessas discussões que são feitas durante o nosso encontro”, explicou a secretária.

A partir das discussões e conclusões do Grupo de Trabalho, a Secretaria de Estado de Educação irá elaborar um documento para nortear as ações da política de educação integral para o estado de Minas Gerais. “Com esse trabalho intersetorial, nós retomamos a essência da educação integral. Quando pensamos nos sujeitos, também pensamos nos diversos territórios dos quais eles fazem parte e, por isso, temos que trazer para essa discussão os direitos humanos, a assistência social, a saúde, a defesa social e outras áreas”, contou a coordenadora das ações de educação integral da SEE, Rogéria Figueiredo.

A sistematização das discussões realizadas pelos participantes é coordenada pela Fundação Itaú Social e pelo Cenpec que desenvolvem o ‘Programa Jovens Urbanos’. A ação tem foco na juventude que vive em áreas periféricas e vulneráveis de várias regiões do país.