Na data, Secretaria de Educação marcará presença em seminário sobre o tema

O dia 19 de junho é conhecido como o “Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme”. Nesta data, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) marcará presença no “1º Encontro Mineiro de Assistentes Sociais – Doença Falciforme: Linha de Cuidados”. Voltado a cerca de 500 profissionais da área, o encontro visa promover discussões sobre o papel do assistente social na atenção à pessoa com doença falciforme.

Durante o Seminário realizado em Belo Horizonte, a superintendente de Temáticas Especiais e Modalidades de Ensino da SEE, Iara Félix Viana, vai destacar o compromisso da Secretaria em acompanhar as discussões sobre a doença a partir do aspecto pedagógico. “Temos um rol de escolas quilombolas e sabemos que essa doença é genética e se manifesta, predominantemente, em negros. Então, nós precisamos fazer um levantamento estatístico mais profundo no sentido de mapear esses alunos”, explica.

Outro campo de atuação da SEE no que se refere à doença é o trabalho de formação dos professores no sentido de reconhecer e auxiliar o aluno com anemia falciforme. “No momento, nós estamos reavaliando as ações oferecidas no curso ‘Saber para Cuidar’. A ideia é preparar melhor o educador para melhor lidar com os alunos que possuem essa doença. Um dos itens que estamos revendo é a plataforma em que o curso será ofertado”, Iara Félix Viana.

Foto: Divulgação

 

Saber para cuidar

O projeto “Saber para Cuidar: doença falciforme na escola” é uma parceria da Secretaria de Estado de Educação, com o Centro de Apoio para Hemoglobinopatias da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Fundação Hemominas e a Secretaria de Estado de Saúde. Pela Secretaria de Estado de Educação, a supervisão do projeto está sob a responsabilidade da Superintendência de Modalidades e Temáticas Especiais de Ensino.

Anemia Falciforme

A Anemia Falciforme é uma deformidade no formato das células vermelhas do sangue (hemácias) que, normalmente, tem o formato de um disco, mas que no portador da anemia falciforme, adquirem a forma de uma foice, daí o seu nome. Em situações específicas, as hemácias falciformes tornam-se rígidas, aderindo-se à parede dos vasos sanguíneos, obstruindo-os e dificultando a circulação do sangue.