A Secretaria de Estado de Educação (SEE) recebe desde a última terça-feira (04-01) representantes da Secretaria de Estado de Educação do Mato Grosso (Seduc). O objetivo da visita é conhecer o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave) e toda logística de aplicação dos testes diagnósticos. “Estamos apresentando para elas as políticas adotadas pela Secretaria a partir dos resultados das avaliações e o Programa de Avaliação da Aprendizagem Escola (PAAE), que é um banco de itens online que serve para subsidiar o professor em sala de aula”, ressalta superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões.
A troca de experiências vai orientar a implantação de um sistema de avaliação diagnóstica na educação em Mato Grosso. A Seduc está estudando os processos que melhor se adéquam à avaliação dos estudantes de sua rede e a experiência de Minas, que já existe desde 2006, pode servir como embasamento. “Fomos muito bem recebidos aqui em Minas Gerais. A experiência da SEE com avaliação é muito bem sucedida e nos chamou muito atenção a forma como as equipes aqui trabalham de maneira integrada”, explica a assessora pedagógica, Maria Aparecida Toló. Também participa da visita a assessora Edilamar da Silva Brandini.

As educadoras também conheceram o Centro de Referência Virtual do Professor, que é um site que tem por objetivo ampliar as possibilidades de desenvolvimento profissional do professor e para isso conta com sugestões de atividades para serem trabalhadas nas salas de aula e de recursos didáticos, e o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), que utiliza os resultados das avaliações para traçar metas de avanço e garantir que toda criança esteja lendo e escrevendo até os oito anos de idade.
Segundo Maria Aparecida Toló, a interlocução entre os estados é uma oportunidade de aprimorar os diferentes projetos educacionais. “Essa interlocução é muito importante, pois o objetivo na área educacional hoje deve ser o de elevar a qualidade em nível nacional. Não há mais espaço para competição entre estados e trabalho isolado, as experiências devem ser compartilhadas para garantir qualidade na educação”, analisa.
Avaliações em Minas