Nesta semana, mais prefeitos, secretários e equipes de prefeituras do interior de Minas se reuniram com a secretária de Estado de Educação de Minas Gerais, Julia Sant’Anna, para conhecer mais sobre o projeto Mãos Dadas. A cada semana, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) promove rodadas para apresentação da proposta. Os encontros on-line estão ocorrendo desde o mês de março e também contam com a participação de representantes da Associação Mineira de Municípios (AMM).

De acordo com Julia Sant’Anna, a análise de dados e o comparativo com outros estados demonstram todas as vantagens da proposta do Mãos Dadas para os municípios. “Temos essa visão, muito clara, de que, bem apoiados, tanto em termos financeiros quanto de formação, a gente consegue construir uma evolução bastante significativa da educação. Essas histórias recentes que a gente tem colhido confirmam isso”, argumenta.

Após os encontros virtuais, os prefeitos irão alinhar com os superintendentes regionais de ensino momentos de conversa para conhecerem ainda mais detalhes da iniciativa.

As reuniões desta semana tiveram a participação de municípios das Superintendências Regionais de Ensino de Caratinga, Pará de Minas, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Ituiutaba e Manhuaçu. Foram convidados gestores dos municípios que têm a capacidade de ampliação da oferta dos anos iniciais do ensino fundamental nas unidades escolares.

Mãos Dadas

A iniciativa, lançada no início do mês de março pelo Governador Romeu Zema e a secretária Julia Sant’Anna, pretende, a partir do apoio e incentivo, que os municípios mineiros ampliem a oferta dos anos iniciais do ensino fundamental nas unidades escolares, conforme prevê a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa ampliação contará com o apoio do Estado para viabilizar a transição. Os recursos para o apoio aos municípios já estão assegurados. Serão investidos mais de R$ 500 milhões no projeto.

O suporte também se estende para a parte pedagógica. A intenção é que o projeto traga a possibilidade da aproximação das decisões pedagógicas e administrativas do município, focadas nas verdadeiras necessidades dos alunos de anos iniciais, criando uma unidade pedagógica no ciclo da infância.